Elaboramos três formas de apresentação dos resultados - você pode salvar e reproduzi-las independentemente.
No primeiro link, você acessa o documento com as imagens dos blogs participantes e as tabelas geradas a partir das respostas do Teste da Violência Obstétrica. São as mesmas imagens que ilustram este post de Divulgação dos Resultados, confira abaixo.
No segundo link, você encontra o documento com o texto descritivo sobre os resultados, além de uma compilação de publicações, grupos de apoio e sites que poderão orientar as mulheres e os profissionais que sentirem necessidade de obter mais informações sobre segurança e qualidade da atenção ao parto.
Nos próximos dias, dedicaremos esforços para que todas as blogueiras que participaram da ação possam ter acesso aos resultados e repercuti-los em suas mídias sociais.
Agradecemos imensamente a colaboração e o apoio de todas as mulheres envolvidas nesta ação.
Continuamos juntas pela redução das mortes maternas; pelo direito de acessar a melhor assistência obstétrica disponível; pela segurança das mães e dos bebês, por sua integridade física e pelo bem-estar materno e familiar.
Muito obrigada!
Ana Carolina Arruda Franzon e Ligia Moreiras sena
APRESENTAÇÃO DOS RESULTADOS
TEXTO DESCRITIVO, COMPILAÇÃO DE PUBLICAÇÕES, GRUPOS DE APOIO E SITES
Imagens dos resultados - clique sobre a imagem para ampliar e salvar.








































Parabéns para as duas, trabalheira do bem!
ResponderExcluirParabéns! Pena que os resultados mostrem que precisamos evoluir muito! É um absurdo o que as mulheres tem que passar neste pais para ter um filho, principalmente na rede pública. Eu tive uma equipe humanizada maravilhosa, mas tive uma despesa muito grande, que a maioria das pessoas não tem condições de ter. É por isso que sempre tem alguém para contar uma história triste para uma mulher grávida...
ResponderExcluirParabéns, sis! =) Caraca, hein? =/
ResponderExcluirQue orgulho! que orgulho! que trabalho bem feito e do BEM com certeza.
ResponderExcluirparticipei da pesquisa e chorei respondendo as perguntas. Agora, chorei lendo tudo... Obrigada por alguém se levantar em favor de nós. Unidas acho que conseguimos.
ResponderExcluir:)Lindo trabalho!
Comi o Pão que diabo amassou, no parto do meu filho em uma maternidade Publica do Rio... Traumático...
ResponderExcluirTenho traumas até de pensar em engravidar denovu...
Hje meu filho está com 8 anos. E graças a Deus estaos Vivos...
Parabéns vocês estão lembrando a alguns profissionais da área da saúde que ÉTICA não é apenas uma palavra, mas uma atitude que temos a obrigação mútua de assumir e praticar por toda a nossa vida.
ResponderExcluirAcho que já disse antes, mas preciso repetir: parabéns pela pequisa sobre violência no parto! Da próxima, eu e meu blog nos prontificamos a participar! E... espero que haja uma próxima! Afinal, deve dar um trabalhão, mas ainda temos tantos temas importantes a serem debatidos e precisamos muito de gente como vocês dispostas a entrar neles de cabeça e movimentar a discussão.
ResponderExcluirBjos
Pôxa, só conheci essa pesquisa agora. Gostaria de ter participado. Mas na verdade, eu não sei dizer exatamente se sofri uma violência. Mas, sem dúvida, descaso na equipe do hospital (por uma acaso, particular, com o parto pago sem convênio).
ResponderExcluirMinha obstetra concordou em deixar minha prima assistir meu parto, além do pai da minha bebê. Ela iria só para assistir, mesmo sendo técnica de enfermagem. Achei que seria bom para ela, como se fosse uma aula, sei lá. Na hora do parto, não quiseram deixá-la entrar, mesmo a minha obstetra permitindo. Quando ela finalmente entrou na sala, minha bebê já estava com a cabeça fora. Até aí, só uma chateaçãozinha.
Mas, depois que a bebê nasceu e foi levada para exame, a equipe de enfermagem simplesmente sumiu! Ficamos na sala eu, a obstetra e minha prima - que não fazia parte da equipe, e nem poderia. Ninguém para passar instrumentos. Minha médica gritando por alguém que pudesse lhe dar gaze.
Meu parto foi normal. Obviamente, eu entrei em trabalho de parto. Qdo minha obstetra viu que minha placenta estava aderida ao útero (depois que arrebentou em sua mão o cordão umbilical), ela solicitou que o anestesista - que não estava na equipe - viesse para uma curetagem. Ele se negou, afirmando que já tinha 2 cesárias marcadas para ele, em seguida. A médica ainda argumentou: "mas ela já está aqui, o parto já começou!". Nada. Ele foi embora. Vi que uma das perguntas foi se foi feita curetagem sem anestesia. Comigo, sim. Mas que outra solução teria?
Com o sumiço da equipe, minha médica ligou para o marido, tb obstetra, que foi ao socorro dela (moram próximos ao hospital), ajudá-la com os pontos (houve laceração). Tive muita fadiga muscular, que fazia minha perna tremer, pq a mesa do parto não tinha apoio para perna. Então o marido dela fez os pontos enquanto ela e minha prima seguravam cada uma uma de minhas pernas. Eu não conseguia parar de tremer mesmo, e isso atrapalhava o médico.
Lembra do anestesista? Ele apareceu depois da costura, como se nada tivesse acontecido, para me aplicar um sedativo, pq eu estava "muito nervosa". Eu já tinha chorado muito, mas não estava mais nervosa. Só tremia pela fadiga. A médica disse que não precisava, pq o parto já tinha acabado. Mas ainda assim, ele foi no acesso venoso e aplicou o remédio. E eu dormi pouco depois, por umas 2 horas.
Ao final do parto, vi que o melhor teria sido minha prima não ter participado, pq o que ela assistiu foi um circo dos terrores. No dia seguinte, qdo foi assinar minha alta, a obstetra se sentou comigo, pra conversar e me convencer de, no futuro, não desistir de ter outro filho por tudo o que aconteceu no primeiro parto (pensando bem, foi até engraçado parir em um dia e no seguinte já "pensar" em parir novamente). Ela e minha mãe argumentaram coisas como "cada parto é um parto", "nem todo lugar é igual", "isso não vai acontecer sempre"...
Naquele momento, eu estava tão feliz por ter minha bebê, que nem pensei muito no assunto. Só dias depois, quando a mãe da minha prima falou do estado (de pavor e pena) em que ela saiu do parto e que eu vi que foi mesmo um parto bem atípico - e não muito feliz.
Olá
ResponderExcluirEntrevistamos a doula Flavia Penido no blog e colocamos lá um link para esta postagem sobre violencia obstétrica. Segue endereço
http://conversasaomeiodia.com.br/parto-voce-sabe-mesmo-o-que-precisa-para-dar-a-luz-com-dignidade-entrevista-com-flavia-penido/
Chorei lendo isso... não é possível que haja tanto descaso e CRUELDADE da parte de alguns! Muito triste!
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